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sábado, 1 de dezembro de 2012

Os Dons Garou



O mundo espiritual divide muitos segredos com os lobisomens e outros metamorfos. De acordo com um antigo pacto, os espíritos ensinam habilidades mágicas chamadas Dons Garou. Os Dons permitem aos lobisomens concentrar sua energia espiritual para afetar a Tellurian. Tribos, aúgurios e até mesmo raças diferentes aprendem Dons distintos. Cada grupo tem seus próprios segredos e suas próprios e exclusivas ligações espirituais.
Os Dons são divididos em níveis. Os Dons de Nível Um são os mais fracos, aqueles ensinados aos filhotes imaturos  e os Dons Nível Cinco são os maiores segredos, ensinados somente aos heróis que provaram a si mesmo repetidas vezes.

Como Aprender Dons
O lobisomem precisa pedir a um determinado espírito que lhe ensine seus poderes ou conseguir que um ancião invoque esse espírito  e faça o pedido em nome dele. Somente os espíritos aliados dos Garou ensinam Dons de livres e espontânea vontade. Os espíritos nunca ensinam um dom de nível elevado a um lobisomem que não tenha alcaçado o devido posto. Quando aprende um dom, o lobisomem primeiro precisa encontrar um instrutor  disposto a ensina-ló. Geralmente, ele viaja para um caern com um nível de poder igual ou superior ao Dom desejado a fim de apresentar pessoalmente se pedido ao epírito.  Esse é  o método tradicional de implorar  pelos ensinamentos de um espírito. O ato de invocar o espírito num caern poderoso é um sinal de respeito. Infelizmente, o mundo moderno raramente permite gestos tão nobres, apesar do que diriam muitos Presas de Prata. Como restam muito poucos caerns poderosos, geralmente o melhor que o lobisomem pode fazer é pedir a um Theurge respeitado que invoque o tal espírito e o apazigúe com os rituais apropriados. Mesmo então, as exigências deste Fim dos Tempos costumam obrigar os lobos jovens a entrar na Umbra e a caçar seus próprios espíritos-guias. O risco é óbvio. Um lobisomem inesperiente pode enfurecer um espírito em seu lar, o que é uma péssima idéia. Os espíritos sempre desconfiam desses pedidos inadequados.
Cada Don relaciona os espíritos que primeiro o ensinaram aos Garou. Não são necessariamente os únicos que podem encinar o Dom. Espíritos mais poderosos e versáteis podem conhecer variedades  de Dons. Aprender um Dom é uam excelente oportunidade de interpretação, e os jogadores devem perceber que também é uma chance de se ganhar  um aliado. Os lobisomens também pode ensinar Dons uns aos outros. Quando um espírito se dispões a ensinar Dons, o processo que envolve imersão total e transmissão direta do método que desencadeará om poder ni íntimo do aluno. Esse processo leva pouco tempo, geralmente não mais do que uma hora, uma noite no máximo. Mas, quando os lobisomens tentam ensinar Dons uns aos outros, isso leva muito mais tempo. Aparentemente, os companheiros de matilha aprendem mais rapidamente uns que os outros, mas o preocesso envolve experimentação, prática e vários fracassos antes de se dominar o Dom. Na melhor hipóteses, o processo pode levar um mês lunar completo.  As desvantagens desse método são extremas. Como o aluno tem de praticar o Dom para dominá-lo, aprender um Dom como Garras de  Prata pode ser bastante doloroso. O aluno pode passar várias noites uivando em agonia, sem dúvida queimando a própria carne enquanto aprende 1á controlar  Dom. O aprendiz pode ser capaz de empregar o Dom wdem algumas circunstâncias antes de adquirir controle total, mas isso é sempre arriscado para as pessoas que se encontram nas vizinhanças. Apesar dessas desvantagens, os membros das matilhas jovens come çaram ensinar Dons uns aos outros com muito mais freqüência, sem qualquer consideração pelas fronteiras que separam tribos, aúgurios ou raças.
Essas práticas indiscriminadas de ensino não passaram despercebidas aos anciões. Muitas seitas têm leis que proíbem o ensino de certos Dons, a não ser pelo espírito. Uma vez aprendido os dons não podem ser esquecidos, esses talentos especiais tornam-se parte do lobisomem tanto quanto a capacidade de falar ou de amarrar os sapatos.  

Os Garous tem os Dons Racias, Dons de Augúrios e Dons Tribais.  Aos poucos irei postando cada Dom Garou.
 

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A caça

A lição mais importante de um membro Recém -Abraçado é aprender a maneira de caçar um humano. Ineviltavelmente, o senhor desempenha um papel importante nesse processo, ou seja instruindo a criança na arte de se alimentar ou deixando-a à mercê de seus próprios métodos e oferecendo suas críticas mais tarde.
A malícia na personalidades dos membros tende a vir à tona quando se encina a caçar. Muitos vampiros não permitem um "período de desmame " às suas crianças, um tempo durante o qual o vampiro pode sustentar-se com sangue de animais. Na verdade, muitos senhores "se esquecem" de informar suas crianças que o sangue animal pode sustentar um vampiro. Eles jogam imediatamente as crianças sobre a raça humana, forçando-as a se alimentarem da espécie a que um dia pertenciam.
A criança aprende logo cedo que a caça é o ponto mais importante da existência vampírica . De todos os hábitos que o senhor ensina à sua criança, alimentação é o único fato obrigatório para a existência do vampiro. Por esse motivo, maitos senhores instruem suas crianças  na  maneira de saborear a caçada, alimentando suas paixões com o terror de suas presas ou aproveitando a antecipação de um gole de sangue mesmo antes dele atingir seus lábios. A refeição de um vampiro, conhecida como o beijo, causa grande êxtase na fonte, a pessoa da qual o vampiro se alimenta. É desnevessário dizer que o vampiro sente um enermo prazer físico enquanto a vitae nutritiva escorre para dentro dele, preenchendo o vazio que existe em sua alma.
Os membros alimentam-se de diversas maneiras, de acordo com sua própria personalidade. Alguns preferem a brutalidade de se alimentar de qualquer um que escolherem, trataram suas fontes com rapidez e deixando-os destroçadas . Outros recorrem a uma infinade de subterfúgios para aumente a sensualidade do beijo, forjando sedução e reunindo verdadeiros haréns de amantes mortais para poderem se alimentar. Outros preferem roubar a vitae, das fontes sem que ela percebam, atacando-as enquanto dormem. Os membros também experimentam alguns efeitos colaterais ao se alimentarem de fontes que possuem certas particularidades. A vitae de um doente é podre e pode ter um efeito desfavorável sobre o vampiro, eu membro que se alimente de um bêbado ou de um drogado vai se sentir como estivesse embriagado ou alucinado. Uns quantos membros apreciam esses efeitos indiretos e selecionam suas fontes especifícamente devido a esses efeitos.
No fim, cada vampiro cultiva seu própria estilo particular e suas preferências individuais. Aprender a se alimentar dá ao vampiro uma oportunidade de descobrir essas preferências, e o senhor geralmente gosta de observar sua criança dar os primeirom passos hesitantes no caminho qua a levará a tornar-se um verdadeiro predador. Entretando, mesmo enquanto se alimentam, os membros devem lembrar-se de observar a máscara. Para isso, eles costumam lamber as marcas do ferimento feito pelos seus caninos, o que induz  a uma cicatrização por meios mágicos, escondendo as evidências de sua presença.