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sábado, 24 de novembro de 2012

Garou "Lobisomens"


Os lobisomens do mundo das trevas não sem bem aquilo que se poderia esperar dos filmes. A humanidade conseguiu aprender apenas parcialmente o conceito de lobisomem. As lenda européias sobre as bruxas metarmorfas e os contos dos índios norte-americanos sobre animais que ussumem forma humana tão igualmente repletos de concepções errôneas. Veremos a seguir alguns fatos mais comumentes aceitos sobre os lobisomens e o quanto estes são verdadeiros ou falsos mundo de Lobisomem.
Os lobisomens são animais irracionais quando assumem a forma de lobo. Falso. Os lobisomens conservam sua inteligência, que é a de qualquer ser humano, em qualquer forma que venham a assumir (e os lobisomens possuem cinco formas dentres as quais escolher). A reputação de selvageria advém de sua Fúria, que é uma cólera sobrenatural , mais intensa do que a raiva que qualquer ser humano é capaz de sentir. Os lobisomens focalizar a sua fúria para realizar a Fúria para realizar proezas incríveis de força e velocidade. Entretanto, quanto mais intensa a fúria de um lobisomem, mais próvavel será que ele perca o controle em momentos de tão grande tensão, precipitando-se num acesso furioso de violência chamado frenesi. É praticamente impossível argumentar com um lobisomem nesse estado. A única coisa na qual ele consegue pensar é figir e lutar. Foi essa selvageria que deu origem as lendas de homens-feras brutais e incontroláveis.
O lobisomem muda de forma durante a lua cheia. Falso em grande parte. Os lobisomens podem mudar de forma sempre que desejarem, seja dia ou noite. No entanto eles possuam vínculos espírituais com a lua, e venerem-lhe o poderoso espírito, Luna, como um de seus maiores totens. A Fúria  de lobisomem está ligada às fases da lua e indentifica-se a medida que o astro fica mais brilhante. Portanto, é mais provável entrar em frenesi durante a lua cheia, e os atque de lobisomens tendem a ocorrer com mais frequencia nessa época.
Se for mordida por um lobisomem, a pessoa se tornará um lobisomem. Falso. Os lobisomens já nasceram assim, não são "infectados". A maioria dos lobisomens tem pais humanos ou lupinos e desconhecem sua verdadeira herança até chagar a adolescência e passar pela primeira mudança. Mesmo assim, algumas tribos são historicamente conhecidas por acompanhar o desenvolvimento de seus jovens filhotes à distância, encenando, mais tarde um falso "ataque de lobos", pouco antes das crianças se acharem prontas para a primeira mudança. Embora tenha caido em desuso nos tempos modernos, essa prática foi um dos príncipais  responsáveis pelos rumores sobre a doença sobre natural da licantropia.
Os lobisomens são bruxas que assumem a forma de lobo ao vestirem peles de lobo. Falso. Ou você nasce lobisomem ou então não será um deles. Existem magos e bruxas no Mundo das Trevas, e alguns deles são capazes de se transformar em animais, mais nenhum deles é um Garou verdadeiro, com todos os poderes  concomitantes.
Os lobisomens só podem ser mortos por prata. Parcialmente verdadeiro. Apesar de todo o seu poder sobrenatural, os lobisomens não são imortais. Eles envelhecem e podem  ser mortos. Entretanto, os lobisomens são muito resistentes a ferimento e doenças . Além disso, reperam-se com uma rapidez  incrível, chegando ao ponto de regenerar órgãos internos danificados. Um ferimento à bala capaz de matar um ser humano normal  pode não passar de uma inconveniência para um lobisomem. Mas os lobisomens não conseguem se recuperar de todos os ferimentos com a mesma facilidade. Devido  a seus vínculos espirituais com a lua, a prata é capaz de queimar os lobisomens com mais severidade que o fogo. O ferimento provocado por uma prata pode ser fatal, e embora os lobisomens  sejam capazes de se recuperar de um dano tão terrível, isso leva muito tempo. Portanto, uma bala de prata pode não matar instanteneamente, como se costuma ver nos filmes, mas é a melhor chance que o inimigo de um lobisomem terá de abater a fera.
Os lobisomems podem ser detectados por apresentarem características estranhas, como orelhas pontudas ou dedos indicador  e médio do mesmo tamanho. Quase inteiramente falso. Os lobisomens  são inditinguíveis dos seres  humanos  quando se encontra na sua forma Hominídea, ou humana. Entretanto, existem alguns lobisomens cujo progenitores são ambos lobisomens, e não seres humanos ou lobos . Esses híbridos sempre apresentam algum tipo de derformidades são evidentes na forma humana, mas são mais debilitantes do que peculariedades de aparência, como orelhas pontudas.
Os lobisomens, ao contrário dos lobos, são solitários. Falso. Os lobisomens possuem uma forte mentalidade coletiva e se sentem  pouco à vontade longe de seus companheiros de matilha ou de tribo. Ser banido de uma matilha ou tribo é um castigo terrível para um lobisomem.

A verdade

No mundo das trevas, os lobisomens vivem no seio da humanidade desde que os seres humanos surgiram. eles podem se misturar à civilização humana, ma raramente o fazem durante muito tempo. São predadores natos, e as pessoas conseguem perceber isso instintivamente. Em seu intimo, um lobisomem é uma criatura da natureza tanto  humana quanto lupina, mais nunca inteiramente de uma ou outra. Eles se referem a si mesmo usando um termo de sua própria língua: são os GAROU.

Para preservar sua linhagem , os lobisomens não podem se acasalar entre si. Seu sangue é potente demais, e o resultado é muito semelhante ao endogamia. Para dar continuidade às linhagens, os lobisomens têm de se acasalar com humanos ou lobos. Entretanto, é muito improvável que as crianças ou filhotes resultantes sejam lobisomens verdadeiros. Na maior parte dos casos, a metade espiritual do lobisomem não é passada adiante. Os lobisomens nascidos de família humanos ou lupinas são indistinguíveis  de seus irmãos mortais. Não existe um "Gene Garou" detectavél, eos exames de DNA não revelam nada de estranho. Os lobisomens recém-nascidos aparentem ser humanos  ou lobos normais em quase todos os . aspectos. Poucos ouvem seus pais comentarem a existência de lonbisomens. Entretanto, os lobisomens jovens são suscetíveis a sonhos e acessos de cólera que alheiam  de seus parentes e amigos. Por fim, pouco depois da adolescência , os lobisomens jovem passa pela primeira mudança. esse acontecimento geralmente é por situações tensas e traumáticas, levando o confuso lobisomen jovem a atacar violentamente seja lá quem for que estiver ferindo. É neste momento que os parentes Garou do lobisomem chegam para recolhê-lo. Uma vez entre os de sua própria, o lobisomem é iniciado  em uma tribo Garou e aprende o propósito e as tradições de seu povo. Daí em diante, o lobisomem jovem levará uma vida de constante perigo. Caso persevere, porém, ele poderá se tornar uma lenda entre seus primos Garou.
 A sociedade garou é mais antiga em seu cerne do que qualquer cultura humana. Muitas de suas tradições datam de uma época enterior à agricultura, antes de os primeiros seres humanos colonizarem a Austália, e mesmo antes da hitória como a conhecemos. eles administraram e manteram verdadeiramente a natureza em segredo de duas maneira: tradição oral e fé. Para os Garou o passado ta vivo. Eles mantêm vivas as hitória  de seus ancestrais, recontando-as nas reuniões para inspirar a geração mais jovem a se empenhar em feitos heróico semelhantes. As leis estabelecidas milênios atrás são aprendidas e recontadas a cada geração até todos os lobisomens saberem-nas. Mantendo vivo todo seu saber numa tradição oral, os Garou preservaram uma noção de comunidade que liga cada geração à geração seguinte.
Em segundo lugar, os lobisomens acreditam em Gaia - espírito vivo do próprio mundo, criou-os para defendê-la e guerreas com seus inimigos. Alguns fatos  parecem corroborar essa alegação: a natureza obviamente sobrenatural, seus aliados no mundo espiritual e o fato de estarem indiscutivelmente em guerra com as forças da corrupção espiritual. Sua guerra já dura milênios: nem mesmos o mais sábio Menestrel dentre os lobisomens é capaz de recordar uma hitória de sua raça em tempos de paz. De acordo com as tradições deles, Gaia criou os lobisomens como a resposta à ascensão do inimigo: a Wyrm. Os Garou afirmaram que seu verdadeiro próposito na vida é lutar, matar e morre a serviço da Mãe de Terra.

 A alegação dos Garou de que são uma raça criada para a batalha é certamente bem fundada. Os lobisomens são criaturas mortíferas, talvez os seres vivos mais letais do mundo. Possuem grande força ao se transformarem, o que lhes permite destroçar metal rocha com garras desnudas. Recuperam-se com uma rapidez notável, o que torna quase impossível matá-los com armamento comum, como facas ou pequenas armas de fogo. Possuem poderes místicos que lhes permitem viajar pelo mundo espiritual, atacar furtivamente ou com força monstruosa a até mesmo invocar as forças da própria terra. Possuem toda inteligência e todas as habilidades  humanas no uso de ferramentas, o que transformam certos lobisomens em mestres tanto da alta tecnologia quando de poder esotérico. Acima de tudo, os lobisomens são criaturas sociais, o que os torna cem vezes mais fortes. Uma matilha de lobisomens vale mais de dez vezes seu peso em inimigos.
Se fossem mais numerosos, é possivel que os lobisomens tivesem vencido a guerra. Mas são demasiadamente pouco. No ínicio do século XXI, eles são uma raça em instinção. Seus inimigos são práticamente incontáveis e bastante deiversificados, desde os seres humanos que lutam com inteligência, malícia e recursos até os monstros das profundezas da terra que são capazes de destrocar tanques, passando por uma tribo inteira de lobisomens que se aliou ao seu inimigo. Pior ainda, os garoou lutam entre si. As rivalidades estabelecidas séculos atrás existem ainda como rixas familiares que impendem os Garou de chegarem à unidade que os tornaria imbatíveis. Do mesmo modo que a mentalidade coletiva os une, a Fúria os separa. Essa é a tragédia de Lobisomem.
O mundo do lobisomem não é o nosso, apesar de lembrar o nosso mundo de várias maneiras. Externamente, poucas são as diferentes entre os dois. Este mundo agourento esconde segredos terríveis. Ameaças rondam todos os lugares, e todo plano um motivo ulterior. Seu mundo está morrendo, mas eles estão vivos, repletos de Fúria e do poder da própria Terra. Eles vêm das profundezas da natureza selvagem, com garras afiadas e fúria vingativa. Enquanto o mundo natural morre, ele procuram e destroem os males que os cercam. Como  monstros caçam sorrateiramente à noite, esmagam ossos, atacam ferozmente suas vítimas e mancham as ruas com sanguem. Mas, apesar de sua brutalidade, eles são os únicos guardiões verdadeiros da da terra: místicos num inferno moderno, gerreiros numa batalha invisível. Neste cenário, os lobisomens caminham pela terra como tem feito desde o princípio da história da humanidade. Os lobisomens são estranhos a este mundo, estão aprisionados para todo o sempre entre os extremos. Ao contrário dos monstruosos metamorfos da lenda, eles podem mudar de forma à vontade. Assumindo formas de homens e mulheres, caminham pelas ruas  das maiores cidades para proteger ou castigar a raça humana. Com uma aparencia lupina, podem correr  feitos lobos, livres com o luar noturno. Podem tentar viver em ambos mundos, se assim preferirem, mais munca pertenceirão a verdadeiramente a nenhum deles.  Presos em dois mundo, devem escolher entre os dois extremos: caçar nas cidades infernais ou explorar a natureza selvagem em constante mudança.

Para os lobisomens, os campos de caça mais perigosos ficam nas cidades, pois lá nada é o que parece ser. Os lobisomens , com seus sentidos sobre-humanos e talentos misteriosos, têm consciência de problemas muitos mais profundos do que crime e corrupção. Caça numa cidade exige grande cautela, pois a caça geralmente é ardilosa e letal.

Duas tribos de lobisomens - os Roedores de Ossos e os Andarilhos do Asfalto, consideram as cidades seu territórios natural, mas as demais temem a artificialidade desse mundo. O lobo está fora d'água  num deserto de concreto quanto um cidadão de primeiro mundo estaria nas profundezas da Amazônia ou do Saara.
Nem mesmo os lobisomens compreendem todos os segredos do mundo selvagem. Acontecimentos estranhos ocorrem longe de olhos vigilantes, e a natureza é muitas vezes cruel com aqueles que tentam roubar segredos. A Terra nem sempre é amorosa e gentil. Alguns lugares são tabu, e os tolos que os procuram não retornam.
Existe outra realidade além daquela conhecida pela raça humana. Os místico falam de mundo espiritual que a grande maioria dos seres humanos jamis encontrará. Visionários e xamãs obtêm lampejos breves, rompendo o véu que obscurece, mas nunca conseguem compreender por completo aquilo que encontram. Os lobisomens têm uma visão animista da criação e acreditam que os espíritos estão em toda parte... se você souber procurar. A maioria dos lobisomens acreditam que todas as coisas importantes no mundo físico têm um reflexo no mundo espiritual. É como se tudo se tudo que estivesse realmente vivo lançasse uma sombra nessa distinta e próspera dimensão. Por essa razão, o reino dos espíritos conhecido é como a Umbra, a "Sombra" da criação. Os lobisomens são mais que do que um simples seres humano: são criaturas tanto de carne quanto de espírito. Qualquer lobisomem pode atraversar para o outro lado e entrar no mundo espíritual, o que a espécie deles chama de "percorrer atalhos", se assim desejar.
Outros dois extremos são cruciais para a exitência de um lobisomem: raiva e razão. Pelo fato de serem tanto animais quanto homens, os lobisomens precisam equilibrar cuidadosamente instinto com o intelecto. As matilhas podem passar uma vida inteira caçando monstros no mundo físico, mas a violência, a confrontação e o sofrimento do "mundo real" enchem-nas de uma raiva incontrolável e assoberbante pelo fato de passarem cada vez, mais tempo do mundo espiritual. Se não tomarem cuidado, podem se tornar um dia tão bestiais. Por outro lado, o mundo místico estimula a contemplação é um reino de enigmas e mistérios. Os lobisomens que exploram o mundo espiritual passam a enterder o mundo físico. Estudando os reinos da Umbra, ele aprendem a compreender grandes segredos, elevam a compreenção mística ou Gnose. Entretanto, os lobisomens que passam muito longe do mundo físico perdem o contato com a realidade e esquecem as responsabilidades que deixaram para trás. Nenhum lugar e seguro: o lobisomem é estranho a este mundo, não importa por onde caminhe.
O mundo dos lobisomens é cruel, mas é essa crueldade que gera contraste para os grandes atos de sacrifício e heroísmo. em outras palavras, os lobisomens lutam e morrem pelo que acreditam.


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